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O Dia Mundial da Saúde foi criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1948 com o objetivo de chamar a atenção sobre a saúde que não é apenas a ausência de enfermidade, mas um estado completo de bem-estar físico, mental e social.


Esse ano a OMS escolheu para conscientização da população a Diabetes, devido aos altos níveis da doença em países de média e baixa renda.
Segundo pesquisa realizada pela Federação Internacional de Diabetes, cerca de 415 milhões de pessoas foram diagnosticada como diabéticas o que significa que um em cada onze adultos no mundo tem a doença, e em cada sete partos uma mãe é afetada por causa da diabetes gestacional. As expectativas para 2040 é que 642 milhões de pessoas sejam diagnosticadas. No Brasil, o Ministério da Saúde alerta que desde 2012 os casos aumentaram 40%.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existe atualmente no Brasil mais de 13 milhões de pessoas com diabetes, o que significa 6,9% da população. Esse número cresce a cada ano por vários fatores: diagnóstico demorado, desconhecimento da população sobre os sintomas da doença e das complicações na qualidade de vida das pessoas.
A SBD ressalta que Diabetes é uma doença crônica na qual o pâncreas não produz a insulina suficiente ou o corpo não consegue usar o que produz, ou seja, a insulina é um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue. Nosso corpo precisa desse hormônio para produzir a glicose, que recebemos por meio dos alimentos, como fonte de energia. Sem a presença da insulina no organismo, o açúcar se acumula a níveis prejudiciais no sangue.
Quando a pessoa tem diabetes o organismo não fabrica insulina e não consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no sangue fica alto - a famosa hiperglicemia. Se esse quadro permanecer por longos períodos, poderá haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos. Também pode estar associado a outras patologias como as pancreatites alcoólicas e uso de certos medicamentos.
Para os especialistas, o aumento de diabetes está relacionado, entre outros fatores: ao crescimento da obesidade no mundo, ao sedentarismo, ao envelhecimento da população e aquelas pessoas com histórico familiar da doença. No entanto, a maioria dos casos podem ser evitados com mudanças simples no estilo de vida, no controle do peso corporal, com atividades físicas regulares e com uma dieta saudável. Essa é uma doença tratável, que pode ser administrada por meio de uma mudança de hábitos diários.
Segundo o Dr. Drauzio, existem diferentes tipos de diabetes:
• Diabetes tipo I – O pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
• Diabetes tipo II – As células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
• Diabetes gestacional – Ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe.
O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Os especialistas advertem para não minimizar os sintomas. Procure logo um serviço de saúde se estive com os seguintes sintomas: Urinando demais; Sentindo muita sede, muita fome; Alterações visuais; Impotência sexual; Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar; Distúrbios cardíacos e renais e Estresse emocional.

 

Fontes: Itu, Saúde Pública, Sociedade Brasileira de diabetes, Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde, Federação Internacional de Diabetes e Dr. Drauzio.

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