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O 39º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e Gestão em Saúde e o IX Congresso Latino Americano de Administradores da Saúde foi realizado pela Federação Brasileira de Administradores Hospitalares – FBAH e pela Federaciòn Latino-americana de Administradores de La Salud – FLAS que aconteceu de forma integrada à Hospitalar Feira + Fórum 2016, na cidade de São Paulo, entre os dias 17 a 20 de maio, no Expo Center Norte, cujo tema central foi a Gestão em Saúde com foco na Eficiência, Inovação e Sustentabilidade. O evento contou com três congressos simultâneos: Hotelaria Hospitalar, Gestão em Saúde e Qualidade e Segurança do Paciente.


A feira apresentou os principais lançamentos e as novas tecnologias aplicadas à saúde, desenvolvidas por empresas brasileiras e de outros países. Além disso, funcionou como ponto de encontro entre a indústria fornecedora, dirigentes e profissionais atuantes em hospitais, clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos de saúde do Brasil e do exterior. A empresa HN Gerenciamento de Recursos Humanos foi representada pela sua Sócia-Diretora, Administradora Hospitalar Hertha Almeida Leitão, que esteve presente em todos os dias do evento e conheceu as mais novas tecnologias do mercado na área da saúde.
No evento, também foram realizados congressos – ministrados por convidados renomados do mercado nacional e internacional – nas áreas de gestão em saúde, qualidade e segurança do paciente, hotelaria hospitalar, gestão financeira e custos, gestão de pessoas e liderança e sobre a engenharia, arquitetura e logística da área da saúde.
Nos dias 17, 18, 19 e 20, Hertha Leitão participou do 39º Congresso Brasileiro de Administração Hospitalar e do IX Congresso Latino Americano de Administradores da Saúde. No congresso de Gestão em Saúde ficou a mensagem do Dr. Gonzalo Vecina Neto (já atuou como Secretário Municipal de Saúde de São Paulo, entre 2003 e 2004, e até janeiro era Coordenador Científico do Hospital Sírio-Libanês), o qual ressaltou que “é necessário construir um novo modelo de saúde e desconstruir o que temos, porque este não é mais eficiente. Os sanitaristas tendem a ignorar a demanda, mas é necessário ter um processo de atendimento para a demanda no setor público e no privado. Também é preciso entender que não podemos ter um único modelo de gestão de saúde, mas alguns modelos para atender às necessidades.”
No dia 17, a ANAHP - Associação Nacional de Hospitais Privados - lançou oficialmente a 8ª edição do Observatório que mostrou, nesta publicação, a desaceleração das receitas líquidas do setor de hospitais privados e a redução das margens operacionais. Elaborado com base numa minuciosa análise dos indicadores econômico-financeiros, operacionais, de gestão de pessoas e de qualidade dos associados, no ano de 2015, o estudo apresenta os dados que demonstraram uma clara desaceleração do ritmo de crescimento dos hospitais membros da ANAHP, o que é evidenciado pelo crescimento das despesas superior ao das receitas, aumento do número de demissões e retração no ritmo de contratação de pessoal.
Os dados do Observatório ainda revelaram um enorme esforço dos hospitais associados em readequar seus gastos após o ciclo de ampliação da capacidade de atendimento constatado na última década. Além disso, apresentou dados positivos no que se refere a eficiência na gestão operacional dos hospitais, assim como a qualidade e segurança assistencial, como é possível verificar com a manutenção da taxa de ocupação operacional em torno de 80% e a redução no tempo médio de permanência em todas as faixas etárias.
Outros indicadores positivos são a melhora dos processos de desospitalização, inclusive, com gradual diminuição na taxa de pacientes residentes de longa permanência, a melhora dos índices de incidência de infecção hospitalar, a estabilidade da taxa de conformidade de preenchimento dos prontuários, bem como o avanço na adoção dos principais protocolos clínicos, que colocam os indicadores assistenciais em patamar favorável.
De modo geral, observamos uma grande preocupação com o momento político, financeiro e social em que passa o nosso país, mas um grande empenho dos gestores e profissionais da área da saúde em manter a eficiência, inovação e sustentabilidade de suas instituições. Acreditamos que o momento é muito complexo e difícil para muitas organizações, sobretudo, a nossa área de atuação que vem ao longo tempo lutando para manter as certificações e a segurança na assistência dos pacientes.

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